Presente no Brasil já há alguns anos, o conceito de Marketplace tem se consolidado dia após dia, e está inserido não apenas no varejo tradicional, com os grandes players de e-commerce, mas também em novos mercados, como startups, marketplaces de nicho e indústrias.

O modelo de negócios, que basicamente consiste em uma grande vitrine na qual diversos lojistas expõem e vendem seus itens – produtos e serviços das mais diversas categorias – possui uma participação considerável no segmento de e-commerce. De acordo com a pesquisa  Vender em Marketplaces – Diagnóstico e Tendências no Brasil, realizada pela Olist, 53,6% dos lojistas do país vendem em marketplaces (e 19,5% dependem exclusivamente deste canal).

A relação Sellers x Consumidores x Marketplaces

Do ponto de vista dos sellers, nota-se a maturidade do modelo de marketplace, e seu crescimento em participação no volume de vendas online. Por outro lado, o maior caminho a ser percorrido refere-se ao ponto de vista dos consumidores. Em pesquisa realizada no início deste ano (37º Webshoppers, Ebit), verificou-se que 43% dos consumidores informam conhecer o termo marketplace, mas destes, 38% não conseguem explicar seu significado.

Contudo, na medida em que se atinge o amadurecimento deste modelo de negócio e a crescente profissionalização dos lojistas (cada vez mais amparados pela tecnologia e novas ferramentas de gestão), o consumidor passa a enxergar o marketplace com mais credibilidade e sente-se seguro ao realizar suas compras.

Oportunidades e crescimento

Com tecnologia, integração de canais e mais assertividade na jornada de compra, a experiência do cliente passa a ser gradualmente mais fluida, com a percepção das vantagens e aumento da recorrência. Assim, o marketplace amplia ainda mais seu alcance. O relatório Webshoppers mostra também que, em média, os consumidores realizaram 5 compras em lojas parceiras em 2017, e que esse número tende a aumentar ano a ano.